Fantasporto: os premiados e as críticas do director

Para quem gosta de saber os pormenores deste tipo de coisas… não, não são os Óscars, são os prémios do FantasPorto, o maior e melhor festival de cinema em Portugal.

Secção Oficial de Cinema Fantástico:

Prémio Melhor Filme – Grande Prémio Fantasporto 2011

“Two Eyes Staring”, de Elbert Van Strien (Holanda)

Prémio Especial do Júri

“A Serbian Film”, de Srdjan Spasojevic (Sérvia)

Melhor Realização

“I Saw the Devil”, de Kim Jee-won (Coreia do Sul)

Melhor Actor

Axel Wedekind em “Iron Doors”, de Stephen Manuel (Irlanda)

Melhor Actriz

Seo Yeong-hie em “Bedevilled”, de Jang Cheol-so (Coreia do Sul)

Melhor Argumento

Elbert van Strien e Paulo van Vliet por “Two Eyes Staring”, de Elbert Van Strien (Holanda)

Melhores Efeitos Especiais

“La Herencia Valdemar II: La Sombra Prohibida”, de José Luís Alemán (Espanha)

Melhor Curta-metragem

“Brutal Relax”, de David Muñoz (Espanha)

Secção Oficial 21.ª Semana dos Realizadores:

Prémio Melhor Filme da Semana dos Realizadores – Prémio Manoel de Oliveira

“The Housemaid”, de Im Sang-Soo (Coreia do Sul)

Prémio Especial do Júri

“Miyoko”, de Yoshifumi Tsubota (Japão)

Melhor Realizador

“Carancho”, de Pablo Trapero (Argentina)

Melhor Argumento

“Miyoko”, de Yoshifumi Tsubota (Japão)

Melhor Actor

Jung-Jae Lee em “The Housemaid” (Coreia do Sul)

Melhor Actriz

Do-yeon Jeon em “The Housemaid” (Coreia do Sul)

Secção Oficial Orient Express:

Prémio Melhor Filme Orient Express

“I Saw the Devil”, de Kim Jee-won (Coreia do Sul)

Prémio Especial do Júri Orient Express – Prémio International Film Guide (IFG)

“Enemy at the Dead End”, de Park Soo- Young (Coreia do Sul)

Prémio da Crítica

Rabies (Kalevet), de Aharon Keshales e Navot Papushado (Israel)

Prémio do Público

“The Extraordinary Adventures of Adèle Blanc-Sec”, de Luc Besson (França)

Prémios Carreira

Mick Garris (EUA)

Maria de Medeiros (Portugal)

Paulo Trancoso (Portugal)

João Meneses (Portugal)

Fonte: JN

Entretanto, o director do festival, Mário Dorminsky, foi bastante crítico no que diz respeito à forma como olhamos (pelo menos quem gere os orçamentos), a cultura em Portgal.

Durante a cerimónia de encerramento do Fantasporto, o diretor Mário Dorminsky criticou o centralismo, apelidou Lisboa de “minúsculo” país e pediu desculpa a “alguma” comunicação social por não ter havido sangue a “correr” nas ruas do Porto.

Segundo o promotor do Fantasporto, não prestar atenção à cultura faz jus à lógica “centralista deste minúsculo país chamado Lisboa, que vive à custa daquilo que denomina de paisagem”.

“Aí Lisboa tem razão, temos paisagem, temos património, sabemos receber e criamos uma excelente imagem a quem nos visita. Tudo isto é lógico, está testado, está provado”, disse Dorminsky.

Fonte: Expresso

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