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Até domingo, seis filmes que deram nas vistas no Festival de Cinema Documental de Lisboa vão estar disponíveis em streaming.

O Doc Alliance é daqueles sites que justificam a compra dispendiosa de um projector para ter em casa, ligar ao computador e convidar os amigos para um festival de cinema organizado por si. Todos os meses o site que resulta da parceria de sete festivais de cinema documental europeus acrescenta filmes novos à sua videoteca – que já conta com mais de 700. O melhor é que pode vê-los a qualquer altura em streaming, sem pagar um tostão.

Grande parte dos filmes foram exibidos nos festivais parceiros ou foram enviados para o Doc Alliance pelos próprios realizadores para promoção. E não pense que são de má qualidade ou só de realizadores desconhecidos.

Em Fevereiro, o site dedicou uma retrospectiva à cineasta Agnès Varda com 17 documentários, incluindo o mais conhecido, “As Praias de Agnès”, de 2008. Durante este mês, o cinema da Europa Central e de Leste esteve em destaque com uma selecção dos melhores documentários do ano numa secção intitulada “East Silver Caravan”. Desde ontem e até domingo as atenções estão viradas para o cinema documental português.

O Doclisboa foi o último a acertar parceria com o Doc Alliance (os outros festivais parceiros são o CPH:DOX Copenhagen, o DOK Leipzig, o FID Marseille, o Jihlava IDFF, o Planete Doc Film Festival e o Visions du Réel Nyon) e escolheu seis filmes premiados nas últimas edições do festival.

“Li Ké Terra” (de Nuno Baptista, João Miller Guerra e Filipa Reis), o vencedor da edição de 2010, que conta a história de dois imigrantes cabo-verdianos ilegais em Portugal, é um deles. Também lá está “A Nossa Forma de Vida” (Pedro Filipe Marques), o documentário vencedor de 2011, sobre o casal Armando e Maria Fernanda.

Um dos mais conhecidos em streaming talvez seja “É na Terra, não É na Lua” (Gonçalo Tocha), sobre a ilha do Corvo, a mais pequena dos Açores, com 450 habitantes, que venceu o prémio Cidade de Lisboa da edição de 2011. “Praxis” (Bruno Moraes Cabral), curta premiada no mesmo ano, é um olhar sobre a tradição das praxes nas universidades portugueses, enquanto “Como as Serras Crescem” (Maria João Soares) mostra como se produz o sal nas salinas.

“Snack-Bar Aquário” (Sérgio da Costa), de 2010, é o documentário recomendado no site, o retrato de um bar à beira da estrada na província.

Por enquanto o streaming dos filmes é gratuito. Se quiser fazer download de algum terá de pagar uma quantia simbólica, que geralmente ronda os 1,5 euros.

Fonte: I

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