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A festa de Michelle diante Sharapova

Aos 20 anos, Michelle Brito alcançou esta quarta-feira vitória histórica no prestigiado torneio de Wimbledon, ao derrotar a russa Maria Sharapova, atualmente terceira classificada do ranking mundial. Michelle Larcher De Brito of Portugal reacts after beating Maria Shar

Uma grande surpresa, selada ao cabo de uma hora e 34 minutos no court número 2 do complexo All England Club, ao fim ao cabo não é todos os dias que Sharapova perde, muito menos diante de uma jogadora que ocupa atualmente a posição 131 do ranking WTA.

É verdade que a russa apresentou problemas físicos, chegou a pedir time out para ser assistida, mas nada poderá tirar brilho ao feito da jovem portuguesa, que recebeu muitos aplausos do público presente e fez questão de os agradecer de forma quase incrédula.

Fonte: A Bola

A vitória de Obama num click

Quando às 6:49, hora de Portugal, Barack Obama subiu ao palco em Chicago, acompanhado da família, para fazer o seu discurso de vitória, eram milhões os que, em casa ou em frente de um qualquer televisor, assistiam aquele momento em directo.

As colunas do pavilhão entoavam “Signed, Sealed, Delivered (I’m Your’s)”, de Stevie Wonder, milhares de pequenos papeis caiam sobre o palco, o som dos aplausos, gritos, assobios, torna-se ensurdecedor e quase que nos esquecemos que estão ali milhares de câmaras a disparar a cada instante, na esperança de obter a “imagem de uma vida”.

Das imagens que fui encontrando nos artigos por onde passei, escolhi algumas (minha escolha pessoal e sem ordem específica), seja pela estética ou por uma outra qualquer perspectiva semiótica.

O apoio da família

Barack Obama com as filhas, Sasha e Malia, e a mulher Michelle – Photo by: France Press

Presidente e Vice, uma união vencedora

Barack Obama e a Primeira Dama, Michelle Obama, com o Vice Presidente Joe Biden e a sua mulher Jill – Photo by: Reuters,Jason Reed

O apoio de Biden

Barack Obama à conversa com o Vice Presidente Joe Bidena – Photo by: Reuters, Larry Downing

E como não podia deixar de ser, a fotografia que a campanha de Obama utilizou para ilustrar uma curta declaração de vitória, no Tweeter, “Mais quatro anos”.

 

Dulce Félix conquista o ouro nos Europeus de atletismo

A portuguesa Ana Dulce Félix conseguiu hoje  em Helsínquia, ao ganhar os 10.000 metros dos Europeus de atletismo de pista,  a medalha de ouro que lhe faltava no currículo, depois da prata e do bronze  em corta-mato.

“Estou muito feliz, é maravilhoso”, afirmou, depois de ter dado a volta  de honra com a bandeira nacional, salientando: “Era a medalha que faltava.  Sabia que havia várias atletas a valer 31 minutos e tal e que poderia lutar  com elas por um lugar no pódio, mas daí a ganhar”.  

A atleta minhota do Maratona isolou-se aos 6.800 metros e não mais deixou  de ganhar vantagem até uma volta do fim, quando tinha 8,8 segundos de avanço  e a prova praticamente ganha. No final, obteve o tempo de 31.44,75, terminando  com mais de quatro segundos de vantagem sobre a britânica Jo Pavey (31.49,03),  que na parte final ultrapassou a ucraniana Olha Skrypak (31.51,32).  

Foto: EPA

“Sabia que tinha de arriscar mais cedo do que elas, pois estou a treinar  para a maratona (dos Jogos Olímpicos) e não tenho a mesma velocidade. Tinha  decidido atacar por volta dos 7 ou 8 km. Correu tudo bem, elas não vieram,  melhor”, explicou Dulce, que antes de cortar a meta ainda olhou para trás,  como que desconfiando de que alguma adversária pudesse estar próxima. 

Sentia que a vitória estava quase certa e fê-lo mais por precaução:  “Sabia que elas vinham aí a uns 50 metros de mim, mas queria ter a certeza.  Quando entrei na reta final, pensei que a vitória já não me fugiria, mas  nunca se sabe…”. 

Depois, foi a hora de desfrutar da medalha. “É um prémio de muito trabalho,  de acreditar na minha treinadora, Sameiro Araújo. E os resultados têm aparecido.  Dedico-lhe a vitória e também a todos os portugueses que me apoiaram.” 

A hora era, agora de regozijo. “A volta à pista com a bandeira foi uma  grande emoção, que nem sei explicar. E agora irei desfrutar ao máximo da  cerimónia do pódio, com o hino nacional”. 

A cerimónia realizou-se no final das provas da jornada, na feira dos  campeonatos, local contíguo ao estádio onde foi montado um palco com o pódio  e onde se realizaram todas as cerimónias de entrega de medalhas deste Europeu,  que hoje terminou.

Fonte: Sic Notícias

Pedro Lamy ganhou categoria GTE Am

Pedro Lamy ganhou a categoria GTE Am na 80ª edição das 24 Horas de Le Mans. Enquanto que na frente os Audi geriram a prova a seu belo prazer, sobretudo após o abandono dos Toyota, a luta ao nível do GTE Am foi uma verdadeira corrida de sprint, durante 24 Horas.

Os primeiros classificados rodaram sempre à vista. As ultrapassagens sucederam-se e numa luta empolgante sobressaiu a experiência e o talento do piloto português, que partilhou um Corvette C6 ZR1 da Larbre Competition, com Patrick Bornhauser e Julien Canal.

“Foi uma luta intensa ao longo das 24 horas de prova”, admitiu Pedro Lamy. “Parecia mais uma corrida de sprint, onde tivemos que dar o máximo ao longo de toda a jornada. Foi uma corrida dura, mas com um sabor especial. Estou muito satisfeito com esta vitória e quero agradecer a todos o grande apoio que me têm dado ao longo de todos os momentos da minha carreira. Esta vitória não é só minha, é de todos nós”, acrescentou o português que este ano reencontrou o sucesso nas 24 Horas de Le Mans.

É certo que a categoria GTE Am pouco ou nada tem a ver com a dos protótipos que discutem a vitória, mas foi uma excelente resposta (e que resposta) do piloto nacional que no ano passado foi posto em causa pela direcção desportiva da Peugeot.

No final das 24 Horas a equipa de Pedro Lamy cortou a meta com cerca de uma volta de vantagem sobre o Porsche de Pons/Armindo/Narac, com quem travaram um dos duelos mais emocionantes da prova francesa, embora não tivesse sido tão mediatizada quanto merecia.

Fonte: CM

Sporting supera-se!

Sabíamos de antemão que, o jogo em Manchester seria tudo menos fácil.

Logo desde o início, os lançamentos rápidos nas alas foram a arma do City. Arma contra a qual a defesa do Sporting se bateu, imperiosamente, num esquema que anulou a maior parte das iniciativas.

Com a equipa a jogar coesa e solidária, como as duplas Capel-Ínsua e Pereirinha-Izmailov, por exemplo, a equipa motivou-se e começou a subir mais no campo, acabando por marcar dois golos, ficando com a tarefa de passar a eliminatória.

Desta primeira parte, ficam só dois apontamentos que poderiam ter sido cruciais nos desfecho do jogo: o penalty por marcar sobre o Matias (que ainda viu o amarelo por simulação?!?!?!?), e um amarelo a Balotelli, e podem escolher uma das 3 ou 4 oportunidades justas. (Evito reproduzir os nomes que lhe chamei, ou ainda me põe um processo por insultos racistas).

A segunda parte poderia assim ter sido mais calma, até porque aquele cab… (quase saia), via o segundo amarelo… O poderio do City ficou bem demonstrado com os três golos e muitas oportunidades perdidas.

Mas foi nesse momento que a união do grupo triunfou, levados ao limite, os jogadores foram ao limite e, das bancadas vinha o apoio, mil leões entoavam cânticos que os ingleses não rebatiam.

Quanto a Sá Pinto, começa a merecer mais confiança de todos nós. Os golos não foram nosso demérito (falo do nível táctico, o Sá não tem culpa da paragem cerebral do Eduardo), tacticamente o Sporting esteve bem.

Costumam dizer que os campeões precisam da estrelinha… Hoje ela esteve connosco e com o Patrício, naquela defesa fabulosa no último lance!

Mais uma vez vi o meu Sporting brilhar e cumprir num estádio inglês, e estou orgulhoso.

Sporting até morrer!